Já aqui trouxe o Prelúdio Nº2 de Bach (Prelúdio e Fuga Nº2 BMW.847 - Well tempered Clavier Nº1) e a sua versão jazzística de Matt Herskowitz (aqui).
Tanto a peça original como a versão de Matt Herskowitz foram utilizadas no delicioso filme de Sylvain Chomet, de 2003, "The Triplets of Belleville".
A versão de Bach, no excerto do filme, é interpretada por Glenn Gould:
A versão de Matt Herskowitz, no filme, é interpretada pelo próprio:
E finalmente a versão da Banda Sonora Original: Jazzy Bach
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Sonata Patética de Beethoven - Daniel Barenboim
Uma das mais conhecidas e extraordinárias sonatas de Beethoven é a "Patética", Sonata para piano n.º 8 em Dó menor, Opus 1.
Foi escrita em 1798, tinha Beethoven 27 anos, e publicada em 1799. Dedicada ao seu amigo Príncipe Karl von Lichnowsky, tomou o nome de "Patética" colocado polo editor que ficou impressionado com o caracter trágico das suas sonoridades.
Muitos musicólogos debatem se esta obra foi inspirada pela sonata para piano K. 457 de Mozart, uma vez que ambas as peças partilham o tom menor em Dó e têm três andamentos muito semelhantes. Especialmente o segundo andamento, "Adagio cantabile", utiliza um tema que evoca aquele que integra o amplo segundo andamento da sonata de Mozart. No entanto, na verdade, a sonata de Beethoven usa uma linha melódica exclusiva, o que a diferencia dos trabalhos de Haydn e de Mozart.
No seguimento das outras sonatas, aqui fica Daniel Barenboim num dos seus concertos na Statsoper de Berlim.
A sonata apresenta três andamentos:
Andamento 1: Grave - Aleggro
Andamento 2: Adagio cantabile
Andamento 3: Rondo: Allegro
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Noturno Nº2 de Chopin - Valentina Lisitsa
E como um noturno nunca vem só, eis o Noturno Nº 2, Opus 9 Nº 2, de Chopin, desta vez por Valentina Lisitsa.
domingo, 27 de janeiro de 2013
Noturno Nº1 de Chopin - Maria João Pires
Os noturnos de Chopin são das peças mais importantes do repertório clássico para piano. Mas ainda não é hoje que vou falar deles.
Hoje venho apenas apresentar, sem mais explicações, o Noturno Nº 1 de Chopin, Opus 9 Nº 1, para poder ouvir outra vez a inigualável Maria João Pires.
sábado, 26 de janeiro de 2013
Fantasia Op 49 de Chopin - Maria João Pires
A Fantasia de Chopin em Fá menor, Op 49, é uma composição para piano num só andamento, composta em 1841. Chopin nesta obra dá largas à sua imaginação, livre dos limites próprios doutros tipos de composição.
Maria João Pires, uma das pianistas portuguesas com maior reconhecimento internacional, é para alguns uma das mais completas intérpretes de Chopin. Diz-se que toca Chopin como respira.
Aprecie, ao piano, Maria João Pires....
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Il Vino e L'Uva - Bernardo Sassetti
Depois da Lenda de 1900, trago outra colaboração entre o realizador Giuseppe Tornatore e o compositor Ennio Morricone. O tema "Il Vino e L'Uva" que faz parte da banda sonora original do filme de 1990 "Stanno Tutti Bene".
A versão é do Bernardo Sassetti em mais uma das Timbuktu Solo Sessions: a Nº 9
Segundo Bernardo:
"Aqui
fica uma homenagem a Ennio Morricone. Um arranjo para piano de um tema
seu, "quase" desconhecido, que anda meio perdido no filme Stanno Tutti
Bene de Giuseppe Tornatore. IL VINO E L'UVA, Maravilhoso e encantatório,
como toda a música que este compositor escreveu.
Uma das minhas
grandes memórias de infância foi ouvir pela primeira vez a banda sonora
do ERA UMA VEZ NA AMÉRICA. Inexplicável aquele tema lento que acompanha
todo o filme. Um milagre de subtileza e de inspiração...
Obrigado Ennio Morricone por nos fazeres sonhar."
A versão original do filme:
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Let's fall in love - Diana Krall
"Let's Do It, Let's Fall in Love" (também conhecida como "Let's Do It (Let's Fall in Love)" or apenas"Let's Do It") é uma canção escrita em 1928 por Cole Porter. Surgiu no primeiro sucesso da Broadway de Porter, o musical "Paris" com a cantora francesa Irène Bordoni.
Foi a primeira das famosas canções de Porter "List Songs". A letra contém uma lista de comparações e exemplos mais ou menos absurdos, de emparelhamentos e duplos-sentidos retirados da cultura popular.
A canção teve inúmeras interpretações ao longo dos anos, com os versos mais ou menos alterados, tendo sido gravada por inúmeros artistas, tais como Louis Armstrong, Frank Sinatra, Alanis Morissette, Chico Buarque e Kim Basinger no filme de 1991 "The Marrying Man" .
Trago aqui a versão ao vivo de Diana Krall, onde ela começa pelo tema e depois se deixa embalar num improviso delicioso. Esta versão surge no DVBD de 2009 "Quiet Nights" e foi gravada ao vivo em Madrid.
Para experimentar a versão mais standard, escolhi Kim Basinger, num excerto do filme.
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